Extraindo óleo de coco em casa

Após alguns artigos sobre óleos no cabelo, fiquei interessada no uso de alguns deles como pré-lavagem (comentarei isso num outro post para não tirar o foco deste), principalmente o óleo de coco. Confesso que sou uma pessoa mão de vaca e não queria gastar quase 30 reais no pote de 200 mL de óleo de coco sem saber se ia gostar ou ou não (e como eu odeio o cheiro dele, não pretendo usá-lo para outros fins, como o alimentício). Então resolvi extrair o óleo em casa antes de testá-lo pela primeira vez.

Antes que perguntem: sim, o óleo de coco que se passa no cabelo é o mesmo que virou mania para emagrecer.

Com certa dificuldade, consegui arranjar um lugar que vendesse o coco seco (aquele de casca peluda e marrom) e adquiri 4 unidades pequenas.

Existem vários procedimentos na internet de como extrair o óleo de coco, sempre começam com “misture a água de coco à polpa e bata no liquidificador”. Olhando a partir daí parece fácil extrair o óleo, mas a parte que eu achei mais difícil não costuma vir mencionada, que é: como tirar a água, quebrar o coco e separar a parte branca do resto.

Quando cheguei com os cocos em casa, a primeira coisa que eu fiz foi ficar olhando para eles, testando a consistência da casca e pensando que raios eu ia fazer para abrir aquilo. Se você só conhece pessoalmente o coco verde, saiba que a casca do coco marrom é super dura, não tem faca que abra aquilo (na verdade, talvez um facão funcione). Só me restou apelar para o santo Google. Vou relatar minha experiência para que as pessoas não cometam os mesmos erros que eu. Infelizmente não tive a idéia de tirar fotos na hora, então tentarei ser o mais detalhista possível.

Extraindo a água

Essa foi a parte mais fácil. O coco seco parece uma bola de boliche com 3 buraquinhos, sendo que um deles possui a casca mais fina. Sabendo disso, testando todos com uma faca pontuda, um deles irá ceder com facilidade. Para remover a água, foi só tirar a tampinha e fazer um buraco para escorrer a água. Na pesquisa, tinha gente que falava em fazer furo com prego ou furadeira, no entanto, uma faca com ponta é suficiente para resolver o problema. Sem falar que o buraco sai maior do que o com prego. 

Coco seco (Fonte).
Um desses 3 furinhos no topo é mais frágil que os outros 2, encontre-o.

Como a água do coco é bem oleosa, também é utilizada na extração. Portanto, não se deve bebê-la e sim deixá-la reservada.

Quebrando a casca

Com  a água fora, dá para quebrar a casca sem se preocupar com o vazamento da água. Novamente, fiquei olhando um tempão para meus queridos cocos sem saber o que fazer com eles. Na internet, tinha gente falando em jogar da escada, da janela, ficar jogando no chão, usar o dremel, serra elétrica, etc. Eu tentei a técnica do jogar no chão, mas não deu certo e eu tinha a impressão de que o barulho ia incomodar o prédio inteiro, não é minha intenção causar transtornos a vizinhança. Descobri então que eu tinha feito algo bem errado (Falha #1): ao deixá-los na pia, acabei molhando a casca de alguns, aumentando a resistência deles ao impacto e dificultando muito minha vida.

Os mais secos eu consegui quebrar com um martelo: considerando a região dos buraquinhos como um pólo, determinei a “linha do Equador” e utilizei-a como referência para as marteladas. Martela, gira um pouco, martela de novo, gira mais um pouco, parece que não vai dar em nada mas  uma hora ele quebra.

Para os que ficaram com a casca mais úmida, utilizei um outro método encontrado na internet: aquecimento no forno. Com o aquecimento, a polpa se expande, a casca fica mais quebradiça pela falta de umidade e,  como consequência, o coco acaba rachando. Depois da fenda ser aberta, eu repeti o procedimento do martelo.

Li em alguns lugares que seria mais fácil se eu retirasse o que conseguisse dos pêlos antes de tentar quebrar a casca. Não testei, mas fica de dica para quem quiser testar.

Separando a polpa da casca

A polpa parece grudada na casca e é bem dura para ser retirada com colher ou faca. Existem raladores especiais para coco no qual a polpa não precisa ser separada da casca, mas não me era uma opção viável no momento. Novamente, usei a técnica do aquecimento e a tarefa ficou mais fácil. Quando a polpa tinha alguma parte não envolta pela casca (região em verde na figura abaixo), eu dava uma empurrada para gerar a separação e enfiava uma colher para separar o resto. Quando o pedaço que eu ia separar não tinha nenhuma parte da polpa não envolta pela casca (região em vermelho na figura abaixo), aí complicava bem minha vida. Teve pedaço que eu desisti de tirar, estava impossível de separar.

Em vermelho: região difícil para iniciar separação polpa-casca
Em verde: região fácil para iniciar a separação polpa-casca.

Depois que você consegue separar a polpa da casca, ainda tem uma pele marrom cobrindo toda a parte branca (a parte verde da figura acima mostra ela). Se a intenção é só obter o coco, dá para ignorar, cortar em pequenos pedaços e pular para a parte do liquidificador. Como as pessoas ao meu redor me diziam que era um desperdício não aproveitar a parte branca (eu por mim jogava fora), me submeti à pressão e removi a parte marrom.

Tirando a parte marrom

Já exausta pelos procedimentos anteriores, deixei as polpas na geladeira e só mexi no dia seguinte (menciono isso porque não sei se o tempo de geladeira alterou em algo). Alguns pedaços estavam molinhos e flexíveis, era bem fácil remover a “pele” com uma faca. Alguns pedaços que ficaram tempo demais no aquecimento (falha #2) ficaram muito secos e duros, foi um sacrifício conseguir retirar essa pele. Cortei os dedos umas 3 vezes com esses pedaços secos. Então, fica a dica de não abusarem do aquecimento nos procedimentos anteriores, a vida fica bem mais fácil se os pedaços estão com bom teor de umidade. Após tudo isso, pique a polpa em pedacinhos e somente agora você pode dar início a um dos diversos procedimentos que você encontra por aí. A parte fácil começa agora.

Resumidamente, os procedimentos mais comuns:

Variação A (exemplo)

  • Bater a polpa com a água de coco no liquidificador.
  • Filtrar a mistura com um tecido ou peneira para extrair o leite.
  • Deixar a mistura fermentando  por 48h.
  • Colocar na geladeira até solidificação da fase óleo e extrair a parte solidificada.
  • A parte solidificada já pode ser considerada o óleo de coco.

Variação B (exemplo)

  • Bater a polpa com a água de coco no liquidificador.
  • Filtrar a mistura com um tecido ou peneira para extrair o leite.
  • Deixar a mistura fermentando por 48h.
  • Colocar a garrafa na geladeira até solidificação da fase óleo e extrair a fração sólida.
  • Pegar o sólido extraído e botar para aquecer até que a água evapore e o óleo comece a se soltar.
  • Remova o óleo e descarte o que ficar na panela.

Variação C (exemplo)

  • Bater a polpa com a água de coco no liquidificador.
  • Filtrar a mistura com um tecido ou peneira para extrair o leite.
  • Colocar todo o leite extraído numa panela e aquecer até evaporar toda a água.
  • Separar o óleo e descartar o que ficar na panela.

Recomendo dar uma olhada nos vídeos que eu coloquei nos exemplos para ter uma idéia do que eu menciono em minha experiência pessoal.

Na prática (minha experiência):

Joguei toda a água de coco, reservada previamente, no liquidificador e fui colocando o coco aos poucos. Como era muito sólido para pouco líquido, completei com água para dar uma consistência mais fluida.

Não dá para colocar toda a polpa de uma só vez. A cada rodada, eu colocava o conteúdo batido num pano de prato limpo, extraía bem o leite e colocava o leite de volta ao liquidificados para bater com mais polpa. Se eu não reaproveitasse o leite, acho que ia ter muita água no final. Tem gente na internet que trabalha com uma certa proporção água de coco x polpa de coco x água, talvez funcionasse melhor mas eu só vi isso depois.

Deixei o conteúdo em repouso numa vasilha. As receitas por aí dizem que tem que deixar o leite em repouso por 48h para fermentar, mas o que eu fiz se separou em duas fases sem ter que esperar muito tempo, não sei se tem a ver com o tempo que eu deixei as polpas na geladeira antes de tirar a parte marrom e cortá-las.

Para ver se mudava algo, fui viajar no final de semana e deixei o conteúdo em repouso 48h. Na segunda-feira, a fase óleo continuava do mesmo jeito que antes de eu viajar. Só a mistura estava com uma cor mais feia.

Botei a mistura na geladeira, logo se formou uma fase sólida. A quantidade formada foi empolgante, quase um copo de 200 mL. 

Abre um parênteses:

Segundo o procedimento A, eu já teria obtido o óleo de coco e a quantidade foi impressionante, teria gastado apenas 11 reais e obtido quase mesma quantidade que os 200 mL do comercializado. Só que, depois que derreteu, acabei não gostando da aparência. Além da fase líquida, parecia que tinha uma parte sólida que não derretia. Vi algumas pessoas falando de passá-lo por um filtro de café, mas ao fazer isso, não escorreu uma só gota.  Resolvi então partir para o procedimento de aquecimento. Aliás, acho que um aquecimento deveria sempre acontecer para remoção da água, pois é impossível retirar o sólido e não vir um pouco de água junto. Além disso, água e óleo é um meio mais propício à proliferação de bactérias e fungos do que apenas óleo, e o aquecimento ainda ajuda a dar uma esterelizada.

Nessa parte, fiquei com medo de degradar meu óleo. Até onde eu saiba, o óleo de coco devia ser transparente e quase incolor, mas eu vi muita gente falando que o óleo obtido com esse procedimento era amarelado. Como eu não me senti encorajada a botar aquele “óleo” de aparência estranha no meu cabelo, resolvi arriscar e botar para aquecer.

Fecha parênteses.

Coloquei numa panela tudo que tinha (inclusive o líquido não solidificado) e botei para aquecer. Conforme a água evaporava, era formada uma nata e o conteúdo da panela adquiria a aparência de leite coalhado. Continuando o aquecimento, foi se formando uma pasta sólida e amarronzada (meio diferente dos resíduos que eu tinha visto no vídeos) e o óleo podia ser facilmente identificado ao redor dela, era como se estivesse fritando algo. Quando a massa sólida reduziu bastante de volume, separei o óleo dela.

Tem gente que deixa o sólido queimar mesmo, eu acredito que seja esse procedimento que origine a cor amarelada de alguns óleos. Eu preferi reduzir o rendimento e garantir o óleo transparente e quase incolor, mas confesso que, depois que vi a quantidade enome de óleo boiando na hora em que joguei a água para lavar a panela, bateu um arrependimento de não ter deixado mais tempo fritando.

Resultado:

Um óleo transparente quase incolor (o amarelado é praticamente imperceptível) que se converte em um sólido branco a temperaturas abaixo de 25º C.

Eu ia tirar foto para este post, mas tive a proeza de quebrar o recipiente com o óleo dentro antes (oh yes, eu quis morrer nessa hora). Enfim, considerando o vidro menor do molho de tomate da marca mais famosa, o que eu extraí deu para encher metade dele, não sei quanto que isso dá em mL. Rendeu bem menos do que aquela parte sólida inicial demonstrava (como dito, meu procedimento não valorizou o alto rendimento), mas me agradou.

Quem quiser um parâmetro da aparência, ficou igual ao comercializado pela marca Copra (marca que eu pretendo comprar agora que o meu caseiro se foi).

A aparência é como o vendido pela marca Copra, não é tão amarelado como dizem por aí.

Valeu a pena? Por causa da inexperiência e ausência de equipamento adequado, acabou sendo uma experiência muito trabalhosa. Foi legal mas não sei se faria de novo pela mão de obra. Se eu tivesse mais manha de como quebrar e separar a polpa com certeza faria mais vezes. Por enquanto, acho que vale mais a pena comprar logo o óleo extra-virgem comercializado por aí. Confesso que não imaginava como o coco é oleoso. Toda hora que manipulava a polpa, sentia a mão ficando engordurada.

Os resultados no cabelo (e alegações dos artigos científicos) ficam para outro post. Ainda estou testando ele variando o tempo e quantidade, além de querer testar  seu uso combinado com azeite de oliva, como sugerido num post do Beauty Brains. Por enquanto, digo apenas que a absorção dele me parece mais rápida que a do azeite e que me elogiaram pelo brilho no cabelo após seu uso.

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Sobre Vanessa

Engenheira química, paulista, 27 anos, apaixonada por cosméticos e maquiagens. Acredita que conhecimento nunca é demais e que as pessoas deveriam ser mais críticas com as informações que recebem.
Esse post foi publicado em cabelos, DIY e marcado . Guardar link permanente.

16 respostas para Extraindo óleo de coco em casa

  1. Oi Vanessa, obrigada pelo post vou tentar extrair o meu em casa pois 200 ml do óleo copra custam mais de R$ 30,00 por aqui!
    Bjs

  2. Vanessa disse:

    Oi Line, boa sorte! No começo é um trampo, mas depois que pega as manhas fica mais fácil.
    Se der certo, volta e conta se conseguiu (e qual método usou).
    Beijos!

  3. crica disse:

    eu amo comer coco fresco, e tenho um método para quebrar que é muito bom: compro os cocos e entrego na mão do meu namorado e peço com jeito, ele quebra. Dá próxima, não sofra tanto! Meninos costumam ser bem mais fortes e ter mais facilidade pra esse tipo de coisa!

  4. Vanessa disse:

    Oi Crica! Eu acho que quebrar nem é tão difícil, o mais complicado para mim é descolar a parte branca e tirar a pele marrom. Aí acho que não é nem questão de força, é jeito mesmo. Você tem alguma técnica?
    Beijos

  5. crica disse:

    Bom, essa parte é complicada mesmo, quando estou com preguiça eu como com a parte marrom mesmo (o maxilar dói depois). quando estou com paciência e vou comer de lascas eu vou tirando com a faca, mas desperdiça, não tem muito jeito. Tava pensando agora, será que não daria pra ralar a parte marrom?

  6. Teté disse:

    hahaha tenho uma tecnica otima pra quebrar, tirar a pele marrom e descolar a parte branca: Coloca o coco na geladeira! isso mesmo, minha mamys faz isso sempre q precisa usar coco, aprendi com ela! beijoos

  7. Vanessa disse:

    Oi Teté! Valeu pela dica! Eu tive a impressão de que o fato de ter colocado o coco na geladeira ajudou bastante a descascar a pele marrom, só com aqueles que ficaram no aquecimento que não funcionou. Próxima vez tentarei essa etapa da geladeira antecipadamente para ver se consigo facilitar as outras etapas.
    Beijos!

  8. gente, não existe rapador de coco em são paulo não?vcs só usam coco de pacotinho nas receitas?asuhsauhusahsa é isso aqui ó http://files.saraivadistribuidora.com/system_preview_detail_200000550-18d28195d9/raspador%20de%20coco.jpg serve pra separar a parte branca da “quenga” do coco

    sabe como minha mãe faz pra quebrar?vai no quintal, tem uma parte que é cimentada.ela atira o coco no chão e ele parte lindamente kkkkkkkkk

    truquinhos nordestinos

    bjãaaao!

    • Sonia Luiza disse:

      Isso! Mas antes de jogar no chão, é bom dar uma queimada nele, com álcool , vai queimar os pelinhos nojentos e quando quebrar , o côco soltará mais facilmente…sempre fiz isso…adorava, era minha tarefa na casa.

  9. Vanessa disse:

    Oi Taynah!
    Como eu disse, eu não gosto de comer coco e não sei se vale a pena comprar um só por causa das extrações ocasionais de óleo que eu faço. Mas sim, a maioria do pessoal aqui de São Paulo que eu conheço usa coco de pacotinho e umedece com leite de coco, infelizmente não é tão fácil achar o coco no mercado e muitas vezes ele é vendido seco, sem a água dentro. 😦
    Sem dúvidas, se eu tivesse uma área cimentada à disposição certamente faria o mesmo que sua mãe, hehe, mas morando em apartamento a situação complica.
    Beijos!

  10. Unknown disse:

    Tem um vídeo no youtube onde ensinam a extrair o óleo de coco a partir do leite de coco (de caixinha ou vidro). Muito mais fácil e em 20 minutos vc tem o óleo!! Só de ler a sua explicação já desisti de tentar!

  11. Tenho uma pergunta para a engenheira química mesmo…rsrs.
    O óleo de côco extra-virgem não teria de ser prensado a frio, para que possa ser denominado de “extra-virgem”? E esse processo de aquecer não desnaturaria o óleo?
    Embora eu não faça a mínima idéia de como seria esta prensagem….rsrs

  12. Vanessa disse:

    Oi Ms.Nick Nameny,

    Ao contrário do azeite de oliva, não encontrei nenhum padrão estabelecido que diferencie um óleo de coco virgem de um extra-virgem, o termo extra-virgem me parece mais jogada de marketing das empresas que vendem já que seu uso não é regulamentado (no caso do azeite por exemplo, justifica-se as diferenças de classificação pelo grau de acidez). Se não me engano, para que receba uma dessas definições o processo não deve incluir adição nenhma etapa de refino (eliminação de cor, cheiro, componentes específicos) ou uso de aditivos no processo.
    Pelo que eu li, o óleo obtido no processo caseiro resultaria em um óleo virgem/extra-virgem. Devido ao alto teor de gordura saturada, este tipo de óleo possui boa resistência ao aquecimento, creio que se houver alguma degradação, pelo pouco tempo que foi submetido a aquecimento a altas temperaturas (quando quase não há mais água) esta não chega a comprometer o produto.
    Na prensagem, eles utilizam a polpa do coco seca (com baixo teor de umidade) para extrair o óleo, mas a extração com leite de coco também resulta em um produto que pode ser considerado virgem e neste caso é praticamente obrigatório o uso de aquecimento para um produto de melhor qualidade. Como eu mencionei no processo caseiro, mesmo após a separação das fases água e óleo, ainda fica um certo teor de umidade e resíduos na fase oleosa e que pode comprometer a durabilidade do produto.

  13. maria angela disse:

    oi Vanessa!
    sou maria angela, nordestina e acostumada desde criança a presenciar a fabricação caseira do óleo de coco. Sou naturista e abro coco desde pequena (tinhamos em casa 16 coqueiros) para beber a agua. Para nós de antigamente (tenho 59 anos) isso é a coisa mais simples de fazer e vejo que o desconhecimentos dos costumes dificulta tudo. Admiro e parabens pelo seu empenho e ter chegado a concluir sua meta.
    no momento inicio uma oficina em João Pessoa, sobre fabricação artesanal do óleo de coco, com referencias sobre sua origem e conhecimentos popular sobre o seu uso.
    uma coisa garanto: no nossa cultura nunca foi utilizado para toma-lo.
    como voce é quimica gostaria de saber se o tempo que se passa ao fogo pode prejudicar alguem que resolve degusta-lo.
    acho que teria que ter um estudo mais profundo sobre o caso. Os antigos tem sabedoria suficiente para não terem usado como alimento.
    pode ser que extraido por prensa, ao não para o fogo, faça efeitos beneficos para saude.
    bem, vamos nos comunicar.
    parabens! valeu o esforço. maria angela

  14. Sonia Luiza disse:

    Gente, muito fácil quebrar um coco…tire a água antes …jogue álcool e põe fogo, logo o fogo queimará os pelinhos e isso facilitará , eu quando criança adorava esse processo…mas voltando ao coco…eu jogava no chão…piso de cimento…ele latia ao meio na hora, e a remoção do côco fica fácil, devido ao calor a sofreu antes…é só meter uma faquinha q vai soltando, se estiver difícil, dá mais uma queimada na casca, mas geralmente não é necessário….espero q essa dica seja útil! Eu compro o óleo pronto…

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